Ementa: Populações “rurais” e mudanças sociais. Teorias do campesinato e novos nominalismos. Objetos pensados em diálogo crítico com as
extremas conjeturas sobre “completa urbanização ou modernização agrícola”, “renascimento rural”, “continuum urbano-rural”, absoluta
“similaridade entre rural e sertão”, “ morte do campesinato”; “corpo camponês funcional”. Ruralidades/urbanidades como
materialidades contrastantes e complementares, conteúdos de construções sociais que se manifestam por meio de práticas
socioculturais, econômicas e políticas instituídas e instituintes no curso da vida dos atores sociais em suas múltiplas inserções
identitárias (gêneros, gerações, etnias..). Dimensões materiais e simbólicas das ruralidades, na relação Estado-Sociedade Civil, nas
agências coletivas dos movimentos sociais, na construção de territorialidades, no trabalho da memória, de patrimônios, saberes e
práticas.
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