Ementa: DISCIPLINA MINISTRADA EM 2024/2
Ementa: disciplina de ementa aberta, abordando aspectos de interesse à formação em Estudos
Literários.
Objetivo geral: estabelecer um primeiro esforço de apropriação e de compreensão do pensamento
de Maria Sueli Rodrigues de Sousa, assim como de Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo), em um
marco de pensamento amefricano.
Objetivo específico:
- propor uma apropriação de categorias de análise, desde a produção recente de Sueli Rodrigues e
de Nego Bispo, em diálogo a uma comunidade científica de Estudos Literários, no Brasil;
- construir um foro legítimo de comunicação de ciência, na forma de apreciação e debate de
resultados de pesquisa, atinentes à execução do Plano de Trabalho contemplado no Edital
PRPG/UFPI 03/2022, à comunidade acadêmica de interesse.
Bibliografia: DISCIPLINA MINISTRADA EM 2024/2
Leituras básicas:
SOUSA, Maria Sueli Rodrigues de. Quem precisa de identidade? Eu preciso: as identidades da
memória coletiva colonizada reproduzem as subalternidades. Vivências constituintes: sujeitos
desconstitucionalizados. Teresina: Avant Garde, 2021, p. 186-204.
GONZÁLEZ, Lélia. A categoria político-cultural da Amefricanidade. Primavera para as rosas
negras: Lélia González em primeira pessoa
Diáspora Africana: Editora Filhos da África, 2018, p.
321-334.
SOUSA, Maria Sueli Rodrigues de. Toda Vida Produz Conhecimento: Entrevista com Maria
Sueli Rodrigues de Sousa. Direito Público, [S. l.], v. 19, n. 101, 2022. DOI:
10.11117/rdp.v19i101.6424. Disponível em:
<https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/6424 >. Acesso em: 22
maio. 2023.
SOUSA, Maria Sueli Rodrigues de. Posfácio. SANTOS, Antônio Bispo dos. Colonização,
quilombos: modos e significados. Apresentação de José Jorge de Carvalho. Posfácio de Maria Sueli
Rodrigues de Souza. Comentários de Álvaro Tukano, Casimiro Tukano, Antônio Gomes Barbosa e
Taís Garone. Brasília: INCTI; UnB; INCT; CNPq; MCTI, 2015, p. 109-118. Disponível em:
<https://repi.ufsc.br/node/167 >. Acesso em: 22 maio. 2023.
SANTOS, Antônio Bispo dos. Início, meio, início. Quatro cantos: volume 1. São Paulo: n-1
edições, 2022, p. 18-45.
Versão eletrônica disponível em:
SANTOS, A. B. dos .; MAYER, J. Início, meio, início: Conversa com Antônio Bispo dos Santos.
Indisciplinar, [S. l.], v. 6, n. 1, p. 5269, 2020. DOI: 10.35699/2525-3263.2020.26241. Disponível
em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/indisciplinar/article/view/26241 . Acesso em: 20 jun.
2024
Leitura complementar:
RESTREPO, Eduardo. Sujeto e identidad. Stuart Hall desde el sur: legados y apropiaciones.
Buenos Aires: CLACSO, agosto de 2014, p. 97-118.
AUGUSTO, Ronald. Transnegressão. O leitor desobediente. Porto Alegre: Editora Figura de
Linguagem, 2019, p. 101-123.
GLISSANT, Édouard. Cultura e identidade. Introdução a uma poética da diversidade. Tradução de
Enilce do Carmo Albergaria Rocha. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2013 (Coleção Cultura, v. 1).
GLISSANT, Édouard. O escritor e o sopro do lugar. Introdução a uma poética da Diversidade.
Tradução de Enilce Albergaria Rocha. Juiz de Fora: UFJF, 2013 (Coleção Cultura, v. 1).
NASCIMENTO, Gabriel. O decolonial (preto) fala ao pós-moderno. Racismo linguístico: os
subterrâneos da linguagem e do racismo. Belo Horizonte: Letramento, 2019.
COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. 6 Interseccionalidade e identidade. Interseccionalidade.
Tradução de Rane Souza. São Paulo: Boitempo, 2020, 1a. edição.
ARROYO PIZARRO, Yolanda. Hablar de las Ancestras: hacia una nueva literatura insurgente de la
afrodescendencia. Cruce: crítica sociocultural contemporánea. Disponible en:
<http://revistacruce.com/letras/item/1559-hablar-de-las-ancestras-hacia-una-nuevaliteraturainsurgente-de-la-afrodescendencia >.