Ementa: Os Princípios éticos e filosóficos da relação sociedade natureza e o surgimento da questão ambiental. Princípios ecológicos, sociais e econômicos
básicos. Desenvolvimento, cultura, ciência, tecnologia e processos produtivos. A racionalização do uso do patrimônio histórico-ecológico no contexto
do desenvolvimento econômico e social. A problemática do meio ambiente e suas repercussões no campo das teorias do desenvolvimento e do
planejamento. Conceitos do desenvolvimento sustentável.
Bibliografia: ACOT, P. História da ecologia. Rio de Janeiro: Campus, 1990. 212p.
ALONSO, M. F. Proteção do conhecimento tradicional? In: SANTOS, B. S. Semear outras soluções Os caminhos da biodiversidade e dos
conhecimentos rivais. Rio de Janeiro; Civilização Brasileira, 2005, pp. 287¬- 316. (5 3).
BEGON, M., HARPER, J.L, TOWNSEND, C.R. Ecología: individuos, poblaciones y comunidades. Barcelona: Omega, 1995. 886p.
BRAUN BLANQUET, J. Fitosociologia; bases para el estudio de las comunidades vegetales. Madrid: H. Blume, 1979. 820p.
BOFF, L. Um ethos para salvar a terra. In: CAMARGO, A.; CAPOBIANCO, J. P. R; OLIVEIRA, J. A. P. (orgs.). Meio ambiente Brasil. Avanços e
obstáculos pós Rio 92. São Paulo: Estação Liberdade: Instituto Socioambiental. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2002
BRANCO, S. M. Ecossistêmica uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. 2ª ed. São Paulo. Editora Edgard Blücher Ltda.. 1999.
BRUZEKE, J. F. O problema de desenvolvimento sustentável. In: Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. 2ª ed. São
Paulo: Cortez. Recife/PE: Fundação Joaquim Nabuco, p. 29-40. 1998.
CABRERA, A.L, WILUNK, A. Biogeografía de América Latina. Washington, PROCf/DAC/OEA, 1973. 120p. (Serie de Biología; Monografia, 3).
CAIN, S.A, CASTRO, G.M. de O. Manual of vegetation analysis. New York: Hafner, 1971. 325p.
CASTELLS, M. O "verdeja do ser: o movimento ambientalista. In:________. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra, 2000, pp.141-168
CASTRO, A.A.J.F. Comparação florístico¬ geográfica (Brasil) e fitossociológica (Piauí São Paulo) de amostras de cerrado. Campinas: UNICAMP,
1994. 520p. (Tese de Doutorado).
_________. Florística e fitossociologia de um cerrado marginal brasileiro, parque estadual de Vaçununga, Santa Rita do Passa Quatro, SP.
Campinas: UNICAMP, 1987. 240p. (Tese de Mestrado).
_________. Cerrados do Brasil e do Nordeste: considerações sobre os fatores ecológicos atuantes, ocupação, conservação e fitodiversidade.
Revista Econômica do Nordeste, Fortaleza, vol.27, n.2, pp.183 205, abr./jun. 1996.
CASTRO, A.A.J.F.; MARTINS, F.R.; TAMASHIRO, J.Y.; SHEPHERD, G.J. How rich Is the flora of Brazilian cerrados? Annals of the Missouri
Botanical Garden, Saint Louis, n.86, pp.192 224, 1999.
CASTRO, A.A.J.F.; MARTINS, F.R.; FERNANDES, A.G. The woody flora of cerrado vegetation in the state of Piauí, Northeastern Brazil. Edinburgh
Journal of Botany, Edinburgh, vol.55, n.3, pp.455 72, 1998.
COLINVAUX, P. Ecology. New York: John Wiley & Sons, 1986. 725p
CAVALCANTI, C. Condicionantes biofísicos da economia e suas implicações quanto à noção do desenvolvimento sustentável. In: Economia do meio
ambiente: teoria, políticas e a gestão de espaços regionais. Campinas, São Paulo: UNICAMP. IE, p. 61-82. 1996.
___________. Meio Ambiente, Celso Furtado e desenvolvimento como falácia. In: Ambiente e sociedade. Campinas, Vol. V, nº 2, jan/jul 2003, pp.
73-84
___________. O mito do desenvolvimento econômico. Sâo Paulo: Paz e Terra, 1998
DAUBENMIRE, RF. Ecología vegetal; tratado de autoecologia de plantas. México: UMUSA, 1979. 496p.
DOBBEN, W.H. van, LOWE-McCONNELL, RH. (eds.). Conceptos unificadores en ecología. Barcelona: Blume, 1980. 397p. (Blume Ecología, 11).
DUARTE, R. Aspectos éticos da questão ecológica. In: DUARTE, R (org.) Ecologia e cultura. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1983, pp. 9-26.
DUVIGNEAUD, P. La sintesis ecologica. Madrid: Alhambra, 1978. 306p.
FERNANDES, L. Protocolo de Kyoto: o Brasil e o mundo. In: Princípios: Revista teórica, política e de informação. Nº 83. p. 06 a 13. Fev/março/2006.
FERNANDES, A. G. Conjuntos vegetacionais brasileiros. Fortaleza: Edição do Autor, 1994. 78p.
________. Temas fitogeográficos. Fortaleza: Stylus Comunicações, 1990. 116p.
FURTADO, Celso. Teoria e política do desenvolvimento econômico. 6ª ed. São Paulo, Nacional, 1977.
______. O subdesenvolvimento revisitado. IN: Economia e Sociedade. Campinas, UNICAMP. nº 1, ago., 1992, p. 5-19.
______. O mito do desenvolvimento econômico. São Paulo, Paz e Terra. 1998 (coleção leitura).
______. Raízes do subdesenvolvimento. Rio de Janeiro: Civilização Braslieira, 2003
GOTTLIEB, O. R, KAPLAN, M. A. C., BORIN, M. R de M. B. Biodiversidade: um enfoque químico-biológico. Rio de Janeiro: EUFRJ, 1996. 267p.
HOBSBAWM, E. O novo século. São Paulo: Companhia das Letras, 196 p. 2000.
KALECKI, M. Crescimento e Ciclo das Economias Capitalistas. Coleção Economia e Planejamento. São Paulo: Editora Hucitec, 1983. (problemas
econômicos das economias capitalistas).
GRIME, J.P. Estrategías de adaptación de las plantas y processos que controlan la vegetación. México: LIMUSA, 1982. 291p.
HAIRSTON, N.G. Ecological experiments; purpose, design, and execution. Cambridge: Cambridge University Pr., 1989. 370p.
HANSEN, A.J., CASTRI, F. di. (eds.). Landscape boundaries: consequences for biotic diversity and ecological flows. New York: Springer Verlag,
1992. 452p. (Ecological Studies, v.92).
IBGE. Diretoria de Geociências. Departamento de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual técnico da vegetação brasileira. Rio de Janeiro:
IBGE, 1991. 92p. (Série Manuais Técnicos em Geociências, 1).
JAPIASSU, H. Interdisciplinaridade e patoloaia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976, pp. 7-35 (81)
JANZEN, D.H. Ecologia vegetal nos trópicos. São Paulo: EPU/EDUSP, 1980. 79p. (Temas de Biologia, 7).
KERSHAW, K.A., LOONEY, J.H.H. Quantitative and dynamic plant ecology. 3.ed. Victoria: Edward Arnold, 1985. 282p.
KRAMER, P.J. Relaciones hidricas de suelos y plantas; una sintesis moderna. México: EDUTEX, 1974. 538p.
KREBS, C.J. Ecologia. Madrid: Pirámide, 1986. 782p.
________. Ecologia: análisis experimental de la distribucíon y abundancia. Madrid: Pirámide, 1986. 782p.
________.J. Ecological methodology. New York: Harper & Row, 1989. 654p.
LACOSTE, A., SALANON, R. Biogeografía. Barcelona: Oikos tau, 1978. 271p. (Elementos de Geografía).
LEITE, L. L, SAITO, C. H. Contribuição ao conhecimento ecológico do cerrado. Brasília: UnB/ECL, 1997. 325p.
MULLHER, C.C. Os economistas e as relações entre o sistema econômico e o meio ambiente. Brasília: Editora UNB/FINATEC, 2007
MAY, Peter H. (org). Economia do meio ambiente: teoria e prática. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
NAIMAN, R., DÉCAMPS, H., FOURNIER, F. (eds.). Role of land/inland water ecotones in landscape management and restoration; a proposal for
collaborative research. Paris: UNESCO, 1989. 93p. (Mab Difest, 4).
NAIMAN, R.J., DÉCAMPS, H. (eds.). The ecology and management of aquatic terrestrial ecotones. Paris: UNESCO/The Parthenon Publishing
Group, 1990. (Man and the Biosphere Series, v.4).
ONU. Manual de inventario florestal; con referencia a los bosques mixtos tropicales. Roma: ONU, 1974. 195p.
PINTO, M.N. (org.). Cerrado: caracterização, ocupação e perspectivas. 2.ed. Brasília: UnB/SEMATEC, 1994. 681p.
SACHS, I. Caminhos para o desenvolvimento sustentável. 3ª ed. Rio de Janeiro: Garamond, 2002
SARMIENTO, G. Los ecosistemas y la ecosfera. Barcelona: Blume, 1984. 268p. (Blume Ecología, 18).
SCHRECKENBERG, K., HADLEY, M., DYER, M.I. (eds.). Management and restoration of human impacted resources; approaches to ecosystem
rehabilitation. Paris: UNESCO, 1990. 90p. (Mab Digest, 5).
_________. A Terceira Margem: em busca do ecodesenvolvimento. trad.: Rosa Freire d' Aguiar. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
SINGER, Paul. Desenvolviemnto capitalista e desenvolvimento solidário. Estudos Avançados 18 (51), Sao Paulo, p. 7-22, 2004
SPELLERBERG, I.F. Monitoring ecological change. Cambridge: Cambridge University Pr., 1991. 334p.
SUTTON, B., HARMON, P. Fundamentos de ecología. México: LIMUSA, 1980. 293p.
VEIGA, J. E. Desenvolvimento sustentável: desafio para o século XXI. Rio de Janeiro. Garamond. 2005.
VINCENT, L.W. Metodos cuantitativos de planificacion silvicultural. Mérida: Universidad de los Andes, 1993. 237p. (Coleccíon: Ciencias de la Terra;
Serie: Forestal).
WALTER, H. Vegetação e zonas climáticas; tratado de ecologia global. São Paulo: EPU, 1986. 325p.
WESTMAN, W.E. Sampling and analysis of ecological data. Cap.10. In: Ecology, impact assessment, and environmental planning. New York: John
Wiley & Sons, 1985. p.409-43.
WHITTAKER, R.H. Communities and ecosystems. 2.ed. New York: MacMillan, 1975. 385p.
ZAMORA, M.E., BADILLO, G.B. Dinámica de las comunidades ecológicas. México: Trillas, 1983. 120p. (El Universo de la Biología; Área:
Conceptual; Serie: Ecología y Biogeografía).