| Título: | NÊMESIS: História, Cultura e Arte no Brasil Contemporâneo | Ano: | 2026 |
|---|---|---|---|
| Nº de Bolsas Concedidas: | 0 | Nº de Discentes Envolvidos: | 6 |
| Público Estimado: | 550 | Área Principal: | EDUCAÇÃO |
| Área do CNPq: | Ciências Humanas | Unidade Proponente: | DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA/CCHL |
| Unidades Envolvidas: | Tipo: | EXTENSÃO | Município de realização: | Espaço de realização: |
O Programa de Extensão Trienal (2026-2029), coordenado pelo NÊMESIS: Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFPI, articula de forma integrada o ensino metodológico, a investigação histórica, a valorização artística e a salvaguarda dos direitos humanos no Brasil contemporâneo por meio de quatro eixos de formação continuada, o Curso On-line: Cidades Inteligentes, Espaço e Sociedade (400h), o curso Nunca Mais? Ditaduras, Memória e Violência na América do Sul (82h), a Oficina de Pesquisa Histórica: Métodos, Técnicas e Produção Científica (60h) e o curso/projeto Territórios de Direito (60h), cujas produções científicas, mapeamentos sociais e acervos documentais resultantes serão incorporados e divulgados na plataforma do Museu Virtual de História do Piauí, contando ainda com a ação de comunicação pública e difusão cultural do Vídeocast "Fio da Memória" veiculado em parceria com a Rádio da UFPI e a TV ALEPI para captação de depoimentos orais e debates de longa duração, estruturando assim uma plataforma cíclica de retorno social com carga horária fixada em 60 horas anuais por atividade padrão (acumulando 180 horas trienais por função executora) que atende diretamente às diretrizes de extensão da UFPI ao incorporar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 (Educação de Qualidade), por meio da capacitação em escrita científica e normas técnicas, ODS 10 (Redução das Desigualdades) e ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes), via análises críticas de justiça de transição, legados do autoritarismo e assessoria aos direitos de povos originários e comunidades tradicionais, e ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), ao problematizar o direito à cidade e a inclusão social no planejamento das Cidades 4.0.