| Título: | Arqueologia abaixo de zero: formas públicas e interdisciplinares de abordar as primeiras ocupações humanas da Antártica | Ano: | 2023 |
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| Nº de Bolsas Concedidas: | 0 | Nº de Discentes Envolvidos: | 8 |
| Público Estimado: | 130 | Área Principal: | OUTRAS |
| Área do CNPq: | Ciências Humanas | Unidade Proponente: | COORDENAÇÃO DO CURSO DE ARQUEOLOGIA E CONSERVAÇÃO DE ARTE RUPESTRE/CCN |
| Unidades Envolvidas: | Tipo: | EXTENSÃO | Município de realização: | Espaço de realização: |
De modo geral, a Arqueologia e Antártica são assuntos que despertam o interesse popular, fazendo parte do cotidiano das pessoas através de mídias como filmes, videogame, história em quadrinhos, literatura e outros. Nestas, normalmente, a Arqueologia é entendida como sinônimo de escavação ou uma atividade no qual são encontrados objetos raros (relíquias), feitas em ouro, que irão desvendar o passado da humanidade e trazer maldições para o mundo. Já a Antártica é percebida como um lugar inóspito, frio, selvagem, desabitado, cheio de perigos e onde a vida animal se reproduz de forma soberana. Refletindo sobre estes estereótipos e, ao mesmo tempo, realizando críticas às tradicionais formas de divulgação científica - que, no geral, são monótonas, impessoais, frias, distantes e apolíticas - esse projeto tem por finalidade realizar uma exposição e publicar um livro infantil sobre Arqueologia Antártica, com o intuito de apresentar narrativas alternativas e divertidas sobre as primeiras ocupações humanas do continente antártico. Além de abordar conteúdos produzidos por pesquisadores brasileiros que realizam investigações no extremo sul, será feito uso de uma linguagem criativa, didática, divertida e encorpada na construção da exposição e do livro infantil. O trabalho soma-se a um conjunto de ações que busca descortinar um novo campo de atuação para os estudantes do Curso de Arqueologia da UFPI, já iniciada no Programa de extensão A presença do passado: narrativas alternativas em Arqueologia. Além de formar novos pesquisadores polares no Piauí, a proposta prevê, também, o envolvimento de escolas da rede pública e privada de Teresina, que irão visitar a exposição e fazer uso do livro infantil.