| Título: | Grupos de Trabalho para a construção participativa do Plano de Cultura da UFPI 2026/2036 | Ano: | 2025 |
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| Nº de Bolsas Concedidas: | 0 | Nº de Discentes Envolvidos: | 2 |
| Público Estimado: | 600 | Área Principal: | CULTURA, ESPORTE, LAZER, TURISMO, ARTES, MUSICA, TEATRO |
| Área do CNPq: | Indefinido | Unidade Proponente: | COORDENADORIA DE CULTURA E CIDADANIA/PREXC |
| Unidades Envolvidas: | Tipo: | EXTENSÃO | Município de realização: | Espaço de realização: |
O projeto organiza e realiza os Grupos de Trabalho (GTs) do Programa de Institucionalização da Cultura na UFPI, configurando-se como ação de extensão de natureza aplicada, participativa e territorializada. O objetivo é coletar, qualificar e priorizar propostas para o Plano de Cultura 20262036, fortalecendo a governança, a transparência e a indissociabilidade ensinopesquisaextensão. Os GTs ocorrerão nos quatro campi (Teresina, Picos, Floriano e Bom Jesus), assegurando representatividade interna e diálogo com atores externos estratégicos. A metodologia compreende: convocatória pública com acessibilidade, inscrição via formulário, abertura contextual (apresentação do método e das regras), divisão dos participantes em quatro eixos (1) Memória e Patrimônio; (2) Produção e Difusão; (3) Cultura, Identidade e Diversidade; (4) Fomento, Formação, Pesquisa e Extensão , debate orientado por facilitadores, e relatoria padronizada. Cada GT produz até duas propostas por eixo, com descrição objetiva do problema, objetivos, público, requisitos de acessibilidade, estimativa de custos, riscos e indicadores de acompanhamento, formando um caderno de propostas para o Núcleo Gestor. O público interno envolve discentes, docentes, TAEs, gestores e equipes dos equipamentos culturais; o público externo abrange artistas, produtores, mestres(as) de saberes tradicionais, escolas/IFPI, Pontos de Cultura, Sistema S, órgãos e conselhos de cultura, OSCs e equipamentos culturais parceiros. Todas as atividades adotarão protocolos de acessibilidade (Libras, legendagem, audiodescrição quando aplicável) e registro de participação para certificação de extensão. Como produtos, o projeto entregará: editais/convocatórias, roteiros de facilitação, atas e relatórios de relatoria, matriz de priorização, banco de contribuições deduplicado, matriz de acolhimento (o que entrou/ajustes/justificativas), e um relatório-síntese com recomendações à consulta pública. A comunicação prevê identidade visual, press-release, cobertura institucional e kits para proponentes. A avaliação combinará indicadores quantitativos (participantes únicos, recorrência, equilíbrio territorial, ações acessíveis) e qualitativos (CSAT, inclusão percebida, NPS), com painel mensal e devolutiva pública pós-GTs. Riscos como subnotificação, duplicidade de registros e baixa diversidade serão mitigados por check-in digital, deduplicação e metas de representatividade.