| Título: | Reconhecimento do protagonismo negro e indígena na história e memória do município de Francinópolis, estado do Piauí | Ano: | 2022 |
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| Nº de Bolsas Concedidas: | 0 | Nº de Discentes Envolvidos: | 7 |
| Público Estimado: | 100000 | Área Principal: | DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA |
| Área do CNPq: | Ciências Sociais Aplicadas | Unidade Proponente: | COORDENAÇÃO DO CURSO DE HISTÓRIA/CSHNB |
| Unidades Envolvidas: | Tipo: | EXTENSÃO | Município de realização: | Espaço de realização: |
Como um desejo dos articuladores da proposta em continuar o legado intelectual da professora Drª. Maria Sueli Rodrigues, iniciadora da proposta, os atuais coordenadores, a partir de suas experiências de pesquisas, ensino e extensão, estimular as populações citadinas a pensarem suas comunidades, as sociabilidades, as práticas econômicas, políticas e culturais tomando como parâmetro suas realidades locais. Assim e tomando como experiência piloto, a cidade de Francinópolis e depois expandindo para Valença, Picos e Oeiras, os proponentes do projeto buscam, em articulação com a secretaria de Educação, prefeitura e lideranças rurais, elaborar modelos explicativos da realidade social da cidade, cujos agentes centrais são a própria comunidade. O sentimento de pertencimento e a construção de memórias coletivas que vinculem as populações locais às suas realidades citadinas podem se constituir como potentes instrumentos de redução de desigualdades, sejam econômicas e/ou sociais. Assim, as pessoas participantes do projeto, que são parte do município, são testemunhas dos processos de ocultamento até mesmo quando estes eram identificados como inexistentes e fizeram parte de dinâmicas sociais que revelavam o oposto do negado. A oportunidade de tematizar as subalternidades nos processos de não reconhecimento do protagonismo negro e indígena na construção de Francinópolis. Dessa maneira, estamos, portanto, diante de um projeto de pesquisa e extensão que ambiciona, pela via do conhecimento, produzir sensibilidades coletivas que exaltem as relações familiares, as produções agrícolas e a cultura oral/escrita do município e, com isso, possibilitar outras maneiras de compreensão e resolução dos problemas do município.