| Título: | Violência de Gênero, conhecer para combater nos Pólos da UFPI - Trocas de Saberes, Vivências e Experiências. | Ano: | 2024 |
|---|---|---|---|
| Nº de Bolsas Concedidas: | 0 | Nº de Discentes Envolvidos: | 1 |
| Público Estimado: | 100 | Área Principal: | TODAS |
| Área do CNPq: | Indefinido | Unidade Proponente: | CENTRO DE EDUCACAO ABERTA E A DISTANCIA |
| Unidades Envolvidas: | Tipo: | EXTENSÃO | Município de realização: | Espaço de realização: |
A violência de gênero é um problema grave, que está enraizado na sociedade e precisa ser enfrentado. De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mais de 18 milhões de mulheres sofreram violência em 2022, nas suas diferentes formas - violência sexual, física e psicológica - o que equivale a um estádio de futebol com capacidade para 50 mil pessoas lotados todos os dias (Agência Brasil, 2023). No Piauí, a cada 72 horas, uma mulher é violentada (Rede de Observatórios de Segurança, 2023). No ambiente universitário, a realidade de violência de gênero é reproduzida. A organização não-governamental (ONG) Think Olga realizou uma pesquisa, em 2018, com mais de 7.700 estudantes de diversas universidades do Brasil, sendo que 56,4% das entrevistadas explicitaram sofreram algum tipo de violência no espaço acadêmico, em específico, assédio sexual. Os dados acima demonstram que a violência de gênero nas universidades - e que afeta toda a comunidade universitária - é global (Laboratório Interdisciplinar de Estudos de Gênero/LIEG, 2022). Diante dos dados acima apresentados, insta a necessidade de compreender os fenômenos e processos socioculturais, econômicos e políticos para conscientização das diversas expressões e manifestações das violências de gênero no cotidiano das mulheres, em específico de mulheres/discentes no espaço universitário da UFPI, nos seus diversos pólos/campi e comunidade de modo geral. Utilizaremos, como metodologia, realização de avaliação diagnóstica, rodas de conversa e produção de material didático (cartilha, folders, etc.) organizada por uma equipe de pesquisadoras, formadoras e extensionistas que atuarão in loco na realização das atividades para um maior alcance e êxito. Como resultado, esperamos elevar a criticidade e potencial de posicionamento político das mulheres/discentes, e comunidade em geral, acerca das violências de gênero.